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Industrialização do Tucupi: garantia de segurança alimentar

Sem categoria 14.04.2016

O tucupi é uma iguaria tradicionalmente amazônica, muito consumida no norte do país. Extraído a partir da prensa da mandioca, o processo de fabricação do tucupi é artesanal e o caldo é utilizado em muitos pratos típicos da região. Visando a disseminação do consumo, a garantia alimentar e aumento das vendas, até 2017 o produto será produzido dentro de todos os padrões estabelecidos pelos órgãos de fiscalização e controle de segurança alimentar e comercializado em uma embalagem de plástico, com rótulo com especificações técnicas do produto.

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Foto: Érico Xavier e Lana Santos

O projeto “Tucupi de Prateleira”, desenvolvido com o apoio do Sinapse da Inovação e do Governo do Estado do Amazonas via FAPEAM, irá enaltecer o tucupi, que faz parte da cultura regional, com a finalidade de aumentar a vendas e o nicho de mercado, fazendo com que o produto possa ser comercializado em supermercados locais e em estabelecimentos comerciais de várias regiões do Brasil.

Na primeira fase do projeto foi feito o mapeamento de produtores de tucupi no Amazonas, principalmente nos municípios do Interior do Estado. Feito o mapeamento, iniciou-se a segunda fase que consistiu na confecção de um inventário dos potenciais fornecedores do produto. A terceira fase consiste na confecção de um manual de qualidade para nortear o processo produtivo seguindo as normas de segurança alimentar. A intenção é que o manual seja distribuído aos fornecedores para que eles sigam o processo correto.

“A partir da escolha dos produtores e fornecedores do tucupi, vamos colocar em protótipo a máquina prensa, desenvolvida ao longo do projeto que está em processo de patente. Vamos estimar a produção para saber qual o volume de fabricação do tucupi e se os fornecedores conseguem manter o ritmo de rendimento do produto”, disse Suane Viana, a idealizadora do projeto.

Além de dar segurança aos consumidores, o tucupi de prateleira irá facilitar a comercialização, gerar economia aos comerciantes e aumentar as vendas levando em consideração que o produto será distribuído com todas as garantias de procedência, data de fabricação e validade. Os danos ambientais também serão minimizados, visto que, se os resíduos da manipueira (líquido que sai da mandioca e de onde se extrai o tucupi) não forem despejados adequadamente, podem trazer prejuízos para a natureza.

Fonte: FAPEAM

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